As instituições financeiras brasileiras seguem normas de segurança cibernética do Banco Central que exigem uma política formal, controles técnicos e capacidade de detectar e responder a incidentes. Some a isso a LGPD e, onde há cartão, o PCI-DSS. No fim, tudo desce para a mesma pergunta: a rede sustenta esses controles?
Da política ao controle técnico
Ter a política no papel não basta — ela precisa estar implementada na infraestrutura. Isso significa isolar ambientes, controlar quem acessa o quê, registrar tudo e conseguir mostrar, em uma auditoria, que os controles funcionam.
Os controles que a rede precisa oferecer
- Segmentação: separar produção, ambiente de pagamento, corporativo e convidados.
- Gestão de acesso: NAC garantindo que só dispositivos autorizados entrem.
- Trilha de auditoria: registro de acessos e de tráfego entre os ambientes.
- Detecção e resposta: capacidade de identificar e conter um incidente rapidamente.
Firewall e proteção de dados no centro
Um firewall gerenciado aplica as políticas entre os ambientes, registra o tráfego e bloqueia ameaças, enquanto a proteção de endpoint (antivírus de nova geração, EDR e DLP) defende estações e servidores e impede o vazamento de dados sensíveis — peças centrais da conformidade.
Por onde começar
Um diagnóstico de segurança interna mapeia os controles existentes, aponta as lacunas em relação às exigências e gera um plano priorizado. Veja as soluções de TI para o setor financeiro ou fale com a nossa equipe.